A Assembléia Legislativa da Bahia vai precisar aumentar o estacionamento. Depois de o presidente Marcelo Nilo decretar que os servidores têm que assinar livro de ponto, achar uma vaga está sendo coisa rara. Novos tempos? Que isso dure.
Fazer uma viagem é uma libertação. Ajuda a superar obstáculos e expandir seus horizontes. É enriquecidor, uma vez que amplia seus conhecimentos e possibilita a vivência de culturas diferentes. Mas, atenção! Viajar também pode resultar em frustração ao voltar ao local onde reside. Sempre me encantei com viagens. Durante anos, isso ocorreu somente na minha mente fértil, que eu nutri com leituras ansiosas e que devorava com fervor. Ao reencontrar Roberto, unimos o útil ao agradável e, a partir de 1991, viajamos todos os anos, quase sem nenhuma exceção. Inicialmente, viajamos de carro pelo Nordeste, uma parte do Centro-Oeste e Norte, o Sudeste e o Sul do Brasil, nossa pátria. Após quase trinta anos, tivemos a oportunidade de conhecer aspectos das diversas culturas de pelo menos 16 estados brasileiros, além do Distrito Federal. Em paralelo com nossas viagens para outros países da América do Sul, que começamos a fazer a partir de 2008, visitamos mais cinco estados brasileiros. Por oito ...
Vanda Amorim · Quantas moradas tem o seu afeto Onde é o seu lugar, o seu lar? Temos um único lar, uma única família ou, como diz na Bíblia sobre a "Casa do Pai", também podemos ter muitas moradas? Acredito nas muitas moradas de Deus e na possibilidade de muitas moradas nossas, nas devidas proporções, claro! Comecei a refletir sobre isso ao acordar hoje, dia em que completo 32 anos que cheguei a Salvador, e resolvi confabular com vocês. Minha morada inicial nesta encarnação é Paulo Afonso - BA. Ali fui recebida por meus pais, Nilton e Nicinha, e por cinco irmãos (três meninas e dois meninos); também por meus avós maternos, Zezinho e Minice, e por tias, tios, primas e primos. Depois recebi com minha família outras cinco irmãs. E depois mais cinco irmãs e um irmão, trazidos só por meu pai, em nova união. Meu coração aprendeu a amar ali. Muitos dos que alimentaram este coração já retornaram ao lar espiritual: meus avós, tias e tios. Do lado materno só Manezinho prossegue c...
Era uma vez um jovem sertanejo, que labutava na roça com seus irmãos e pai na zona rural de Cacimbinhas, Alagoas, mas sonhava com um algo mais. Aos 17 anos, soube que a Companhia Hidroelétrica de Paulo Afonso - Chesf iria construir uma hidroelétrica em Forquilha, Bahia. Decidiu, então, seguir os passos do irmão mais velho e foi atrás do emprego. Assim começa, na Bahia, a história de Nilton Cavalcante Amorim, meu pai. Nascido em 12 de agosto de 1933, Riacho do Mel, um sitio em Palmeiras dos Índios, Nilton foi o segundo dos 10 filhos de Floriza Cavalcante Amorim e João Braz Amorim, agricultores. Ela, de Pernambuco. Ele, de Alagoas. Sua infância e adolescência foram vividas entre os povoados Mata Burro, Tingui e Lagoa do Boi, na árdua lida com roças e secas intermitentes. Nem mesmo tinha acesso regular à escola, tamanha a dificuldade enfrentada, comum às famílias no sertão. O irmão mais velho, Manoel Cavalcante Amorim, já tinha seguido ...
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